Ribeiro Bonito

A nice 10km walk where you will be guided by four caches

Grutas do Paúl

A great set of amazing caves carved into the stone.

Boca das Voltas

Boca das Voltas is a secret viewpoint offering a great scenary. It is ideal to those who enjoy a nice walk in the middle of the forest.

Cais de São Jorge

An historic pier that was once the gate to the north of the island. A beautiful panoramic view at the tip of the pier.

Garganta Funda

A huge 140m waterfall hidden from the common muggle. A test to your corage and a great view at the end.

Arte de Portas Abertas

A simple, old street that was transformed into an art galery. This multicache makes you look closely at each door. Discover its secrets!

O Pescador do Arieiro

This is a funny multi with only two stages that can be done in a short period of time. The cache is located near Pico Arieiro and offers stunning views.

The Cliffs

This multi cache will take you to walk along cliffs that reach from 250m to 500m altitude. The trail will present you with beautiful landscapes and interesting geological phenomena.

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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Entrevista Geopt 09/2013 - Kingdom of the Ents

Kingdom of the Ents, de luisftasFEATURED
04 OCTOBER 2013 WRITTEN BY  FLORA CARDOSO

Kingdom of the Ents, de luisftas

Uma das florestas mais recônditas e misteriosas do Fanal, Ilha da Madeira, serviu de inspiração ao luisftas para a produção da soberba (multi-) Kingdom of the Ents. A misteriosa atmosfera envolve o visitante numa aventura onde é difícil determinar o limite entre realidade e ficção, e onde a natureza nos confunde com as suas criaturas mágicas! Este hide valeu ao Luís Freitas, pelo segundo ano consecutivo, a distinção de melhor cache do Arquipélago da Madeira para o ano de 2012 e não resistimos ao chamamento dos Ents...Vamos conhecer esta incrível floresta guiados pela mão do Owner!
Imagem

Árvores? Ou criaturas mágicas?

A colocação desta cache surgiu durante um passeio pelo Fanal. O objectivo desta cache tal como das “The Giant” e “Fio” é mostrar um pouco mais das áreas circundantes que são habitualmente deixadas de lado por quem visita o Fanal.
O nome e o tema foram quase imediatos, pois estas belas árvores apresentam muitas semelhanças com os Ents.


Um percurso desenhado para dar a conhecer a floresta do Fanal!

Após a visita ao local e já com o tema em mente fui pensando nos containers, sempre com a preocupação de que fossem duradouros e estanques.
A página foi construída com ilustrações e texto de acordo com o tema e foi adicionado um vídeo para os mais curiosos.
A opção por uma multicache prende-se com o facto de pretender conduzir o geocacher ao longo de um percurso específico. A stage 1 está colocada num ponto com uma excelente panorâmica para a costa norte da ilha. A stage 2 marca a entrada numa zona de floresta mais densa onde vamos encontrar a cache final rodeada de centenários Tís.


Um local especial? Um recipiente invulgar? Ou uma grande aventura?

O ponto mais forte será o local, apesar dos outros pontos não serem esquecidos.
Todas as stages são diferentes e estão de acordo com o descrito na página da cache. Apesar de não serem os tradicionais tupperwares, são recipientes de construção simples.
A página da cache convida a entrar numa aventura e o ambiente é também propício a isso, no entanto esta é uma cache acessível e sem grandes obstáculos.


O que os geocachers mais gostaram nesta cache...


Os principais elogios vão para a paisagem e para as árvores.
O desenho do curto percurso, a sequência, os containers contextualizados e o tema que combina muito bem com a localização, são outros dos pontos valorizados.
O melhor prémio: os logs!

Dos log recebidos destacamos os seguintes:

Cidinho “(...)belas e magníficas centenárias árvores que estão a embelezar uma das zonas muito bonitas da Madeira. A stage inicial onde se encontra o vigilante Entoráculo acho espetacular…”

prodrive “O local é lindíssimo, quase mágico, e hoje, com um dia solarengo pudemos desfrutar da sua beleza mística em toda a sua plenitude.”

tojoliveira “(...)está muito bem elaborado, a distância total e entre as stages é muito equilibrada e acessível para ser feita por geocachers de qualquer idade. Os containers e sua camuflagem estão excelentes.”

RRV1982 “Parabéns ao owner por esta multicache, pelo lugar onde se desenrola toda esta aventura, pela listing, que como é hábito deste owner, bem elaborada e que cativa a leitura.
Obrigado pela viagem e pela vivência da historia que nos proporcionou.”


Cadete “Esta cache propiciou-nos um agradável passeio por entre uma deslumbrante natureza com uma história bastante envolvente.”

MitoriGeikos “Gostámos muito de fazer esta cache, o passeio é muito agradável e os locais escolhidos tem tudo a ver com o nome da cache.”

hulkman “O local é simplesmente mágico, e o facto de termos visitado este local noutro dia com uma neblina que não se via absolutamente nada ainda o tornou mais místico!”
A recompensa: um Prémio GPS!

O geocaching é cada vez mais popular e o número de caches criadas é exageradamente elevado.
Podia dizer que as finalistas eram de qualidade e podia dizer que as nomeadas eram de qualidade… mas a verdade é que existem ainda mais caches de qualidade que não chegaram a ser nomeadas.
Os resultados nunca serão unânimes pois cada geocacher tem o seu próprio estilo e as suas preferências.
Com isto tudo em mente, é verdadeiramente especial ser distinguido pelo segundo ano consecutivo.
Apesar da honrosa distinção me deixar bastante feliz, a minha principal motivação continua a ser o objectivo de partilhar locais interessantes e proporcionar experiências positivas aos geocachers.
Uma mensagem para a comunidade:

Volto a agradecer a todos os que visitaram todas as etapas desta cache, mergulhando na história e deixando-se levar pelo ambiente deste local mágico.
Um agradecimento especial à Geopt por todo o trabalho e empenho que coloca neste tipo de iniciativas que mexem com todo o geocaching em Portugal.
Quanto a mim… vou continuar, com calma e deleite, a fazer as minhas manutenções, a procurar algumas caches e a partilhar novos segredos para que não lhes faltem motivos para regressar à Madeira.


Obrigada luisftas e parabéns pelo empenho e dedicação em proporcionar as melhores aventura no Arquipélago da Madeira!

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Jornal da Madeira

Entrevista Geocaching JM


Geochaching - Em busca das caches escondidas


Geochaching. Para a maioria das pessoas, será, certamente, um estrangeirismo com significado desconhecido. Mas, para os cerca de 150 madeirenses que o praticam com regularidade, traduz um passatempo e um desporto de ar livre no qual se utiliza um receptor de navegação por satélite, o vulgar GPS. Com uma missão específica: encontrar uma geocache, ou simplesmente cache, previamente colocada por alguém num determinado local.
Na prática, uma cache típica é uma pequena caixa, tipo tupperware, de plástico, fechada e à prova de água, que contém um livro de registo e alguns objectos, como canetas, apara-lápis, ou itens para troca.



Tudo começou em Maio do ano 2000, quando o sinal do GPS foi democratizado. No dia 1 foi a “liberdade” do GPS e, a 3 deste mesmo mês, Dave Ulmer procede à primeira colocação de uma cache com auxílio de GPS. A localização foi anunciada no newsgroup sci.geo.satellite-nav, e, três dias depois tinha sido encontrada duas vezes e registada uma vez.
Depois foi-se replicando. Um crescimento que levou a que, no final do ano 2009, já se contavam cerca de 950 mil activas em 221 países. Em Dezembro do ano seguinte, eram já mais de 1,2 milhões de caches activas em 221 países.
A 17 de Abril de 2011 contavam-se mais de 1,3 milhões de caches activas, sendo mais de 11 mil em Portugal.
Há já algum tempo que o Geochaching dispõe de um site oficial (geocaching.com) onde o praticante (que se chamam geocacher) está registado e onde coloca as coordenadas geográficas das caches que escondem, ou, simplesmente as buscam para pôr no GPS e partir em busca das caches escondidas. Posteriormente, depois de encontradas, devem registar o achado no mesmo site. No entanto, existem outras páginas dedicadas ao jogo. Inclusivamente na Região Autónoma com o Geocaching Madeira(madeirageocahing.blogspot.com) e uma página dedicada no facebook.
Em relação à Madeira, o fenómeno mundial chegou em 2004. Luís Ruben Freitas, um madeirense que pratica o geocaching com regularidade, já encontrou uma boa parte das 237 caches registadas como existentes num qualquer local escondido da Madeira e do Porto Santo. Ele próprio tem 47 escondidas.



Como curiosidade, a “ilha dourada” tem 4 caches escondidas, já encontradas pelo geocacher com quem conversamos.
A primeira cache escondida na Madeira chama-se “Vaca” e foi colocada na zona do Paúl da Serra a 14 de Fevereiro de 2004, pelo geocacher “macmurphy“, um estrangeiro residente no concelho da Calheta. A cache conta já com 775 visitas.
Luís Freitas adianta que outro estrangeiro que impulsionou bastante a actividade na ilha chama-se  “bacalhau”, um alemão residente no Caniço.



E, quanto à cache mais visitada na ilha da Madeira, diz que se chama “Zona-Velha”, colocada a 4 Novembro de 2008. Conta com 1.220 visitas.
Podemos referir ainda que a cache mais pequena está escondida no coração da cidade do Funchal, precisamente no edifício do Governo Regional. Tem o tamanho de um dedo. Claro que foge ao padrão das caches, mas o geocacher madeirense diz que tem lá tudo o que é necessário. Ao invés, a maior cache encontra-se no Curral dos Romeiros. Tem o tamanho de uma caixa de arrumação de 50 litros e chama-se “The Challenge”. Contudo, apesar do tamanho, tem um grau de dificuldade elevado para a descobrir.
Ainda cá por baixo, adianta que existem caches escondidas nas cercanias das fontes situadas a sul do Palácio de São Lourenço, na Quinta Vigia e na fortaleza do Pico.



O nosso interlocutor refere que o geocaching já lhe permitiu conhecer lugares da da Madeira e do Porto Santo que nunca pensou existirem. Isto porque existem caches por toda a ilha. São caminhadas que procura fazer sempre acompanhado.
Admite que o geocahing tem um grande potencial e que poderá captar estrangeiros que venham à procura de caches. No entanto, acentua que desconhece que o façam já neste momento, pese embora saiba que existam alguns que já tenham encontrado caches por cá, embora considere que possam ter conciliado umas férias programas com a actividade.
Agora acentua que conhece continentais que vêm à Madeira com o principal propósito de procurar caches.
Luís Freitas reconhece que o movimento está numa fase de crescimento na Madeira, com cada vez mais aderentes, como aconteceu com um grupo de estudantes universitários, um grupo do todo-o-terreno, e um grupo de estrangeiros no Caniço.
Uma nota para acentuar que qualquer pessoa pode esconder uma cache, desde que o faça seguindo as regras padronizadas, entre  as quais se conta a distância mínima entre caches de 160 metros e colocá-las debaixo de água.
Quanto ao tipo de caixas a utilizar, diz que é muito variável, e apenas deve obedecer às regras para sejam estanques e tenham no seu interior os itens imprescindíveis.



Além disso, um factor primordial, é estar registado no site internacional, que é gratuito, e deixar lá todas as coordenadas.
Refira-se ainda que no geocaching também existe a troca de objectos. Actividades que têm nomes específicos: travelbugs e geocoins, que viajam de cache em cache com objectivos determinados
No caso concreto do travelbug, é uma pequena chapa metálica com um código de seis dígitos (tracking number) que permite que a progressão de um item (agarrado a um travelbug), de cache em cache, seja registada e acompanhada no site geocaching.com.
Quanto ao geocoin, tal como um travelbug, é um item de troca especial. Cada geocoin tem um código de seis dígitos (tracking number) que permite que a progressão da mesma, de cache em cache, seja registada e acompanhada no site geocaching.com. As geocoins são items desenhados para viajar entre caches, e não para serem retirados como os restantes itens de troca, a não ser que tal seja especificado.
Na sua essência, existem vários tipos de caches, sendo que, no caso concreto da Madeira a maioria são as “traditional caches”. Depois contam-se ainda as “multi-caches”, “Mystery” or “Puzzle Caches” e “Earthcaches”.



Como procurar uma cache

Para encontrar uma cache, primeiro é preciso ter um GPS. Não tem que ser, necessariamente um aparelho próprio, até porque, hoje em dia, grande parte dos telemóveis, já dispõem de um sistema GPS integrado.
Este é o item fundamental para a prática desta actividade.
Em segundo lugar, é necessário criar a conta de utilizador no geocaching.com, o site onde todas as caches são publicadas e onde poderá encontrar as coordenadas para as procurar. Completada esta fase, já é um geocacher.
Em terceiro lugar deve escolher a ou as caches que deseja procurar.
Posteriormente, deve estudar a cache, com o intuito de simplificar a sua busca ao máximo no terreno.
Caso vá procurar mais que uma cache, poderá criar uma rota que o leve a passar por todas elas de forma optimizada.
Finalmente, depois de encontrar a cache, deve retirá-la do esconderijo. Dentro dela, deve encontrar um “stashnotestashnote”, um “logbooklogbook”, onde deve registar a sua visita, e alguns presentes para a troca.
Não se esqueça, mais tarde, quando regressar a casa, de ir à página do geocaching para registar o seu log online.

As caches no país

Madeira: 237
Lisboa: 2.245
Santarém: 1.206
Viseu: 990
Porto: 955
Leiria: 739
Braga: 730
Setúbal: 690
Coimbra: 654

Aveiro: 612
Vila Real: 575
Faro: 560
Castelo Branco: 547
Viana do Castelo: 466
Guarda: 370
Açores: 362
Bragança: 291
Beja: 261
Portalegre: 236
Évora: 229

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